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Monumento Nacional ao Imigrante

A retomada da realização da Festa da Uva em 1950, após um hiato de 13 anos, congregava uma forte motivação: o 75º ano da imigração italiana no Rio Grande do Sul. A criação de uma obra de grande porte, diferenciada, em local estratégico e com grande visibilidade foi sendo gestada, com o aval do presidente Júlio Ungaretti.

Em pouco mais de quatro anos - 1949 a 1954 -, a homenagem local ao imigrante italiano ganhou adesão estadual e transformou-se em reconhecimento nacional, graças à articulação comunitária e a uma bem montada estratégia de divulgação.

A Comissão Executiva do Monumento ao Imigrante foi constituída por Luiz Compagnoni - Presidente;

Américo Garbin - vice presidente; Humberto Bassanesi - secretário; Reynaldo De Carli - tesoureiro. Representavam a expressão do empresariado industrial e comercial e, portanto a imediata adesão.Compagnoni era deputado e dirigente do jornal Pioneiro. Angariou o aval das autoridades do legislativo e do executivo gaúchos, bem como articulou a participação da mais influente empresa jornalística do estado, à época, “Diários e Rádios Associados”, na denominada “Caravana Associada”. Percorreu os municípios gaúchos - próximos e mais distantes - onde a contribuição do imigrante italiano e seus descendentes deixara marcas, popularizando a campanha.

A verba oriunda de doações foi significativa, mas não permitia a conclusão da obra. Foi decisivo, então, o respaldo do governo federal que, ao atribuir ao monumento um caráter nacional, aportou recursos, conforme a Lei nº 1.801, de 2 de janeiro de 1953.

Já no primeiro dia do ano de 1949, a Rádio Caxias do Sul iniciava a campanha. Em 28 de fevereiro de 1950, o presidente da República Eurico Gaspar Dutra lançou a pedra fundamental. Em 28 de fevereiro de 1954, o então Presidente da República, Getúlio Vargas, inaugurou o Monumento Nacional ao Imigrante, em solenidade comovente e marcante. Os governadores do RS no período foram: Walter Jobim (1950) e Ernesto Dornelles (1954). Os prefeitos: Luciano Corsetti (1950) e Euclides Triches (1954). Maria Olívia Morganti era a rainha da Festa da Uva de 1950, sucedida por Maria Elisa Eberle em 1954. Para marcar o 55º ano da edificação histórica, a Prefeitura Municipal entrega obras de valorização. A qualificação do entorno imediato; do entorno da Praça Abramo Eberle, e do Monumento a Getúlio Vargas (avenida Júlio de Castilhos); e a revitalização museográfica do espaço interno da cripta. O entorno imediato contempla a expansão da área física, agora destinado ao estacionamento. Um novo projeto de iluminação abrangeu todo o conjunto, além do espaço interno da cripta. Foram restauradas as placas e porta de bronze, e a edificação foi integralmente higienizada com produtos especiais, recebendo camada de proteção para melhor conservação.

Links:
Filmes Antigos
Projeto e Obras - 1950 a 1954
Escultura e Relevos
Portas e Placas de Bronze
Cripta
55 Anos de Preservação
Homenagem a Antonio Caringi


Horário de Visitação:
Terça a sábado das 9h às 17h
Aos domingos das 11h às 17h
BR-116 - Bairro Petrópolis
museumunicipal@caxias.rs.gov.br

Galeria

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