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Celebration

Viajar no tempo sempre é bacana, mesmo que a gente não tenha certeza da ordem cronológica dos eventos. Então, vamos imaginar - em preto e branco, para dar a sensação de passado remoto - que ainda na Idade da Pedra o homem primitivo tenha percebido que bater os pés no chão numa certa freqüência produzia música. Logo mais deve ter percebido também que seguir esse ritmo de som e pés na terra dava uma sensação gostosa, convidando o corpo todo a um transe. Imaginemos que esse homem primitivo já adorasse seus deuses e que imediatamente tivesse relacionado o barato do corpo dançando a alguma manifestação divina. Assim, como resultado daquela mágica experiência, o nosso possível ancestral nunca mais parou de dançar para ficar odara.

Num rápido passeio por diferentes tempos, imaginemos a música e a dança do corpo como expressões ritualísticas do sagrado, indo das tribos africanas aos índios americanos em volta do fogo. Depois, em ares mais urbanos, passemos aos rituais sociais não tão sagrados assim dos nobres salões europeus, com suas danças exatas e refinadas. E enfim chegamos a pouco mais da metade do século XX, quando um raio da invenção humana eletrificou um instrumento de cordas e, fazendo rolar as pedras do primitivo, libertou o homem para dançar outra vez em busca do transe do corpo. E atenção: a partir daqui, imaginemos tudo muito colorido, porque nesse ponto o mundo deixou de ser em preto e branco.

Luzes, gritos, cores, delírios. Um homem branco, adorado como um deus, fez as pedras rolarem a partir da vibração mágica dos próprios quadris e encantou a juventude. Era o som, a dança, a fúria, a alegria absoluta de viver. Rock era a pedra que rolava, a liberdade de ser e dançar como bem quiser, um rito de exaltação. Hoje, pouco mais de 50 anos depois, já temos uma cultura do rock. Mais: temos uma cultura das pistas de dança, os modernos templos de celebração da vida em voltagem máxima. Temos uma memória de nossas danças, nos passos de nossa história e da história de nosso tempo. E como viajar no tempo é sempre bacana, mais bacana será com a trilha sonora de todos os tempos e templos do rock. É isso que pretende o Coral Municipal de Caxias do Sul com o espetáculo Celebration: servir de guia sonoro e visual para o doce deleite dos corações que sempre querem pular de alegria. No idioma que pariu o rock, vamos reviver as décadas primeiras do remelexo incondicional. It's celebration time! Coming!

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